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24.9.12

A natureza mostra-nos mais uma vez a beleza da sua sabedoria


A natureza mostra-nos mais uma vez a beleza da sua sabedoria: é preciso entrega, é preciso deixar ir o que não serve mais, para proteger o que é mais importante.
O que a princípio pode parecer uma perda é na verdade um ganho: ela ganha mais tempo de vida, e chega renovada às próximas estações.

Transição do verão para o inverno.
Delicadezas, nuances, entrelinhas e pequenas revoluções. O outono não é para qualquer um.
As folhas, com poucos nutrientes, além dos frutos bastante maduros, caem no chão.
Os dias tornam-se mais curtos e as noites mais frescas. Este Ano, as temperaturas estão muito acima do normal. Pigmentos ocultos de amarelos, vermelhos e outros matizes. Espetáculo de cor, a estação do descanso, as árvores exibem ramos nus que deveriam estar salpicados de alguma chuva.
Hoje chuveu. Obrigada!
Céu de outono.
Sim, o céu. Ele mesmo! Que de tão disponível, acaba quase sempre ignorado pela turba 
apressada das cidades. O azul único do céu de outono. Um azul denso, menos etéreo, mais 
quente, palpável, vivo e mundano.
São fotos que vão sobreviver á edição da noite e á temporada do outono.
Abra a janela do seu computador para admirar o céu de outono. Não sei como está lá fora. Mas aqui dentro está lindo.
O céu, visto por mim, também não é assim tão distante ou inatingível. A beleza das minhas 
imagens está no toque, no encontro entre o azul e a cidade, entre o mar e a terra, entre o sagrado e o pecado, o infinito e o resto dos mortais