26.5.16

Desafios Facebook

É uma casa com aconchego, com muita luz, espaçosa e com uma vista panorâmica para as montanhas em todos os quartos e salas. Com acesso aos lugares onde corre água e à serra onde pastam os veados e as crianças brincam livremente. O sofá em frente à lareira sugere uma sesta e a escrivaninha do bisavô na sala cativa para estudar ou escrever o seu livro.
Poesia a céu aberto. 
Em busca de casas de xisto. Casas do amor. Cantos recantos e encantos.
 Da Minha Aldeia
Da minha aldeia veio quanto da terra se pode ver no Universo...
Por isso a minha aldeia é tão grande como outra terra qualquer
Porque eu sou do tamanho do que vejo
E não, do tamanho da minha altura...

Nas cidades a vida é mais pequena
Que aqui na minha casa no cimo deste outeiro.
Na cidade as grandes casas fecham a vista à chave,
Escondem o horizonte, empurram o nosso olhar para longe de todo o céu,
Tornam-nos pequenos porque nos tiram o que os nossos olhos nos podem dar,
E tornam-nos pobres porque a nossa única riqueza é ver.
 Alberto Caeiro
Teve direito ao seu pedaço diário. Mediu com o olhar a distancia que nos separava. Aproximou-se daquele prato com talher e a melhor chanfana do mundo. Tudo perfeito com harmonia.
Almocei, muito bem, tive direito a uma caçoila de chanfana quentinha, um ambiente fantástico, impecável de fazer uma vénia à D. Lúcia e à bonita aldeia de Gondramaz.
                             http://www.patiodoxisto.pt/restaurant.php
Aqui sentirá o ar puro a encher os pulmões, acordará no silêncio e verá o sorriso sincero de quem lá vive.
Bem, foi uma manha excelente de BTT, a ser bem recebido e bem tratado pelo pessoal de Vale do Açor, deixo os meus parabéns à organização pelo excelente trabalho que realizou na organização deste evento. Para o ano estarei novamente aí. 
Agora venham as fotos que irei publicar.
Parabéns a todos os Bikeonelas, aqui à um espírito de colaboração e entreajuda dos residentes que é de louvar.