1.2.14

Algumas das várias razões para visitar Portugal, aqui a luz é bela e sem sombras no Inverno.

  Gosto deste meu poder de cativar sons e melodias, ausentes em muitos de nós, a suavidade para nos unirmos, ao Mundo real que nos rodeia.
   Verdade ou não a Amêndoa, ainda é das poucas produções agrícolas do actual Algarve, e uma história de amor vale sempre a pena ser contada: http://batidasfotograficas.blogspot.pt/2011/01/varias-zonas-do-algarve-acordaram-esta.html
   Temos uma crise para quê? Para nos privarmos da nossa cultura!
  Nos campos de golfe algarvios as paisagens são magníficas. Os relvados são simplesmente soberbos. Os seus traçados, as condições que oferecem, a beleza da paisagem, fazem com que os campos de golfe algarvios proporcionem aos golfistas
desafios únicos em tacadas, ao mesmo tempo que lhes permitem observar vistas soberbas, que variam entre serra e mar, vales e lagos - uma paisagem serena por vezes  envolta na brisa do mar.
  Não admira, por isso, que gozem de grande reconhecimento internacional, e estejam no Top 100 dos melhores da Europa Continental.

  Em Portugal já existem 85 campos de golfe, com predominância na região do Algarve. Este desporto tem sido a grande mola impulsionadora da economia local e até do país.
   Vilamoura é considerada por muitos como a capital do golfe em Portugal, gozando da reputação de melhor destino de golfe na Europa.
   Depois de contemplar todas as belezas algarvias poderá partir para o Centro, passando em seguida para o Norte, completando, assim, o seu roteiro de férias.

   Uma curta “visita guiada” justamente por esta zona onde vivo – o Algarve.
As praias, aqui, estão entre “as mais bonitas que já vi”.
   Até mesmo em Agosto, quando o número de banhistas aumenta consideravelmente, é aqui que as pessoas se sentem melhor.
   Afinal, “nada melhor do que encontrar outras pessoas em férias, quando se está de férias”...
   E não esqueça: É obrigatório saborear “uma refeição de marisco” e experimentar “uma noite de loucura”.


  Quando pensamos em praia, a imagem que nos vem de imediato à cabeça é sol e verão. Mas ir à praia no inverno pode ser muito divertido.
   Penso que toda a gente deveria conhecer Portugal, não só estrangeiros mas também portugueses, pois considero o meu País como o “destino perfeito para um período de férias”.
   As praias “paradisíacas” os campos de golfe, os rios – a par das cidades “históricas” e das vinhas “com aroma a Porto”, o melhor peixe – encantam qualquer um.
   Peixe arranjado e preparado com água salgada.
   Sem dúvida que o melhor peixe do mundo é português! 
   Pescado na zona de Olhão, por barcos de pesca artesanal.
Saúdo os nossos generosos pescadores que, hoje e ao longo dos séculos, andam diariamente na faina, arrestando com tantos perigos para nos proporcionarem à mesa este delicioso e abençoado produto.
   Prevejo alguns sorrisos condescendentes quando faço esta afirmação. E, contudo, para além das questões científicas que provam ter as nossas costas as condições ideais para a vida biológica.
   A tradicional matança do porco
   Antigamente, o dia da matança do porco era um dia de festa familiar. Uma festa enraizada nas tradições das famílias camponesas.
   Comprava-se o porquinho na feira para engordá-lo e depois mata-lo no fim do Ano.
Hoje os tempos são outros e os hábitos e costumes sofreram alterações.
   A actual legislação, com a entrada de Portugal na união Europeia, veio impor regras apertadas à tradicional matança do porco em local doméstico, mesmo que a sua carne seja somente para consumo familiar. As instituições que defendem os direitos dos animais consideram esta prática inaceitável. Contudo, na nossa memória colectiva, a matança do porco continua associada aos festejos rurais, à própria cultura, quando familiares e vizinhos se juntavam para partilhar um dia de convívio à volta de um animal que era, sobretudo, a base da alimentação das famílias do campo que viviam da agricultura de subsistência.

     Os jardins de sal
   Uma paisagem única, um espaço vivo e dinâmico, moldado pelos gestos dos homens e cuja sobrevivência deles está dependente.
   Nesta paisagem, resiste um pequeno núcleo de produtores movido pela “paixão do sal”, pelo apego ao território, por um trabalho feito a um ritmo próprio, pela subsistência sem patrão.
      
  Seja bem vindo quem vier por bem, traga outro amigo também! 
Seja qual for o local onde comece a sua viagem… você não vai querer partir.
     Resta-me agradecer a sua visita a este espaço; e a quem visitar este meu belo País… ofereço esta flor como recordação, esperando que se sinta muito bem.