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22.5.09

outras das valências associadas a este projecto.

Salas de conferências, espaços para exposições, concertos de música, cinema ou teatro - outras das valências associadas a este projecto.

A exploração do turismo aliado à saúde.

Será criado um SPA e um centro de terapia e bem- estar. A exploração do turismo aliado à saúde.

Projecto de Turismo

A mina de sal-gema será um futuro atractivo no panorama turístico nacional. Já está a ser desenvolvido um projecto de Turismo Mineiro

"Sal da Terra"


"Sal da Terra" foi o nome escolhido para este projeto que assenta em três vertentes fundamentais: uma área para serviços de storage, isto é para armazenagem documental, um parque temático/Museu do Sal e a criação de um hotel com quartos e SPA.

3.5.09

GRANDES ESPAÇOS

Espaços que um dia poderiam servir para arquivos e assim passar a ser o maior armazém do País.

Mais salgado

O sal da mina é mais salgado que o utilizado nas cozinhas, não serve para a alimentação humana.

UTILIDADE


O sal gema é usado sobretudo para o fabrico de descongelante para as estradas e rações para animais.

dinamite picaretas e martelos

Antes abriam as galerias a poder de dinamite, picaretas e martelos.

ROÇADORA ELÉCTRICA

Actualmente, a extracção de sal é feita com uma roçadora eléctrica.

Escultura no sal

As galerias feitas pelo homem situam-se em dois níveis, a 230 e 260 metros de profundidade. A primeira galeria situa-se 64 metros abaixo do nível do mar.

Protegido por uma camada de calcário


O sal gema está protegido por uma camada de calcário (1 aos 45 metros) e outra de gesso (45 aos 313 metros) , foi "descoberta" até aos 313 metros de profundidade.

1 Km DE PROFUNDIDADE


É um enorme torrão de pelo menos 1km de profundidade e atingir proximidades de Barcelona.

19.4.09

ASSISTIR AO CINEMA A 230 METROS ABAIXO DO CHÃO

Nervos de aço e alguma dose de aventura, requisitos indispensáveis a quem quiser assistir ao ciclo de cinema nesta sala de sal a 230 metros abaixo do chão.

SEÇÕES DE CINEMA

A iniciativa foi organizada pela Casa de Cultura de Loulé, com sessões sempre cheias.

ENSAIO

Fiz parte do ensaio, com a exibição de cinema dedicado à claustrofobia e de uma batida fotográfica.

1.1.09

"UM OLHAR PROPRIO" (texto explicativo)

Encontrar um "olhar" próprio, algo que me distinga de quem tira fotos para valorizar, é essencial. Não é a técnica nem o equipamento, mas a maneira como vejo o que me rodeia e que depois o transfiro para fotografia. É a consciência do que me rodeia e a capacidade de conseguir ver a fotografia antes de premir o botão que me torna um fotógrafo amador. Mas numa época em que vivemos rodeados de fotógrafos por todo lado, criar trabalhos originais é cada vez mais difícil. A beleza não é essencial para a obtenção de boas fotos. A busca de uma perfeição que não existe, mesmo na natureza, é limitadora. Às vezes procuro o invulgar e o que é ignorado pelos outros por ser menos belo. Não ando em veículos 4x4 nem longas caminhadas. Compete-me incutir a minha visão ou arrisco-me a mostrar fotografias dos mesmos lugares e situações já muito exploradas. O maior desafio é desenvolver um "olhar" muito próprio sem ter medo de arriscar uma visão pessoal e diferente do tema. Começo onde os outros acabam. Precisamos de mais novos olhares e menos mestres do Photoshop, de menos postais ilustrados, de mais fotografias que nos transmitam a alma e luz de um lugar qualquer. Queria tirar fotos mais espantosas, mas essa não é a minha ocupação principal, e o tempo é escasso para abarcar tudo. E ninguém me pode ensinar o mais importante: ver. Esse percurso é feito pelo próprio, por tentativas e erros, contornar a rotina através de exercícios que permitam melhorar a criatividade. O equipamento é apenas o mais simples. Aprender novas técnicas só desvia a atenção da fotografia para o equipamento. Nova aquisição de equipamento, maior produção, mas logo o factor novidade esmorece e os velhos problemas retornam. Somos os responsáveis pela descoberta da nossa "visão", o caminho é duro e compensador. Espero que acreditem neste trabalho mesmo não tendo investido nele o suficiente. Numa época de abundância de fotos é mais difícil ser original, mas não impossível. Sou eu mesmo. Todos os outros já existem. Na fotografia, como na vida, seguir este princípio assegura-nos que o caminho será divertido na mesma, apesar de alguns acidentes de percurso. Divirtam-se então. Tirem muitas e boas, este é o trabalho que consegui sobre a PETANCA. Alguns concelhos: -Tenham alguma habilidade, concentração, paciência, resistência e usem boas estratégias. Será um bom exercício para este Ano. Excelentes jogos e muitos bons troféus. Autor do texto: Manuel Luís Fotos: Manuel Luís Pesquisa: Manuel Luís Grato a todos que de alguma forma ajudaram na elaboração deste blogue.