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25.12.19

BOAS FESTAS














Confeccionada cá em casa.

A VIDA É CURTA DEMAIS PARA NÃO FAZERMOS ISTO.


                           BOAS FESTAS ❀❀❀🌁🔅🎭🎨☙❧☙✿👪🤲

16.12.18

MÃE

Só tinha 91 anos e uma vontade de viver! Acho que nunca mais irei recuperar esta perda! « Nunca mais »! Tinha tudo aquilo que eu queria.
Deixou-me, por uns tempos, só para que eu possa pôr em prática tudo aquilo que me ensinou.
Mas, estou convencido que não a vou deixar ficar mal, onde quer que esteja. Sinto sempre a sua mão, indicando o caminho certo.
As cores que são alegres, também contam: as cores fortes, cores tristes... assim é a vida, marcando contrato com o tempo. Enfim… a tempo de plantar e de colher.
 Agradeço á minha Mãe, por me ter presenteado com uma linda família.
Mãe, com o pouco que você tinha, conseguiu edificar muitos castelos, não de betão, mas de dignidade, honra e decência, visível em cada um dos seus filhos.
 Muito abrigada por tudo!
O mínimo que posso fazer, é dividir com a família os tesouros que os meus Pais me deram, para não ver a família sofrer a ausência deste casal que viveu 61 anos, lado a lado, companheiros e amigos.  O amor pelos Pais é eterno! E a falta que eles fazem também!
Hoje protejo a família com mais força que antes. Tenho a certeza,  que o vazio da partida nunca se vai preencher.
O céu ganhou mais uma estrela.


9.10.18

Anos 50/60/70... Lembram-se?

. Se os Reguladores e os Burocratas de hoje estivessem certos, nenhuma das pessoas nascidas nos anos 50, 60, 70  e princípios de 80 poderia ter sobrevivido até aos nossos dias, PORQUE:
. As nossas mobílias tinham cores bonitas, eram pintadas com tinta  à base de chumbo que nós, muitas vezes,  lambíamos e mordíamos.

. Os telhados eram cobertos com chapas, que continham amianto.
. Não tínhamos frascos de medicamentos com tampas «à prova de crianças», nem fechos nos respectivos armários.
. Podíamos sempre brincar com as panelas e os tachos.
.Quando andávamos de bicicleta, não usávamos capacetes.

. Comíamos batatas fritas e pão com manteiga.
. Bebíamos água da mangueira do jardim, dos rios e não da engarrafada e... Sabia bem.
. Também consumíamos sumos de ananás e de maracujá, mas nunca engordávamos, porque estávamos sempre a brincar lá fora.
. Partilhávamos garrafas e copos com os amigos e não morríamos disso.

. Passávamos horas a fazer carrinhos de rolamentos e, depois, andávamos a grande velocidade por uma rampa abaixo, para só então nos lembrarmos de que nos esquecemos de montar os travões. Com a pele esfolada, aprendíamos!
. Saíamos de casa logo pela manhã e brincávamos o dia todo, desde que regressássemos antes de escurecer.
. Estávamos incontactáveis e  ninguém se importava com isso.
. Não tínhamos "Play Station", nem "X Box", nem televisão.

. Não havia 200 canais na TV, nem filmes, nem vídeos, nem "home cinema", nem telemóveis, nem computadores, nem "DVD", nem "Chat" na Internet.
. Jogávamos à bola, ao elástico, ao lenço e à barra. Ao ferrinho. Tiro ao alvo - até doía!
 . Criávamos jogos com paus, bolas e pedras.
. Construíamos fisgas e papagaios coloridos.
. Se infringíssemos a Lei, era impensável contarmos com os nossos pais para nos defenderem/safarem. Eles estavam sempre do lado da Lei.
. Tínhamos amigos; se os quiséssemos encontrar, íamos à rua.
. Caíamos das árvores. Cortávamo-nos e até partíamos os ossos, mas jamais havia Processos no Tribunal.
. Havia lutas com punhos, mas nunca éramos processados.
. Batíamos às portas dos vizinhos, fugíamos e tínhamos mesmo medo de sermos apanhados.

. Acreditem ou não, íamos a pé para casa dos amigos e para a escola: não esperávamos que a mamã ou o papá nos levassem.
. Esta geração produziu os melhores inventores e desenrascados/expeditos de sempre.
. Aqueles anos foram uma explosão de inovação e criatividade.

. Tínhamos a liberdade, o fracasso (que facilitava, a seguir) o sucesso, a responsabilidade e aprendemos a lidar com tudo.
És um deles?
És uma delas?
PARABÉNS

Com amor e saudade, para todos os que eu vi partir, mas que jamais irei esquecer.
Texto e fotos de: Manuel Luís
Baseado na minha experiência de vida.
Pontos por: Beatriz de Bragança Santos